A minha autobiografia
sou Rui Marques filho de Maria Isabel Belchior Guerreiro e Joaquim António Marques ,irmão de Fernanda Marques ,Sérgio Marques , Filomena & Nuno Marques, nasci no ano 1977 no dia 18 de mes de Dezembro na cidade de Portimão, a minha infância a vivi em Garvão uma aldeia de Ourique , no meu primeiro ano de vida uma senhora chamada Maria Alice la de Garvão me levou para sua casa, por motivos económicos a minha Mãe não conseguia cuidar de mi , e me adoptaram-me e murei com esta família ate que foi para um colégio em Beja no ano 1986 . Em Setembro do ano 1986 eu dava entrada na Casa do Estudante na cidade de Beja e la vivi ate as 19 anos . nos primeiros dias queria virem embora porque me faltava os meus e acostou adaptar a minha nova vida entrei para a escola primaria que estava mesmo la ao pé da Casa ao mesmo tempo ia aprendendo la no colégio a fazer a cama a levantar mesas , as fins de semana faz-íamos o nosso quarto nas ferias escolares eu ia para os meus pais adoptivos la em Garvão era uma alegria o tempo assava correndo mas cheguei as primeiro ciclo na escola preparatória Mário Beirão ,e se passaram os dos anos de seguida e cheguei a liceu Diogo Gouveia onde fiz o 9º Ano 1994 nessa altura tire aluas de bateria , e Piano , já tocava viola ,comecei gostar da musica e a informática onde tinha as melhores notas era nisto e no Dezembro a por esta altura comecei a andar perdido la no ano 1997 la fiz um curso profissional e Aljustrel que foi muito interessante canteiro artístico o tipo que faz obras de arte em mar me ou granito e foi neste ano que eu fiz uma viagem a paris no comboio talgo atlântico foi uma verdadeira aventura eu numa pais estranho e uma outra língua mas afinal todo foi bom .
No ano 2000 parto então para uma nova
aventura mas agora para Perpigna no sul de França e aqui foi onde o eu
conheci alem que modo o meu mondo de viver .
Era 31 de Janeiro de 2000 mesmo na noite de ano novo esta vivendo em Faro um quartos arrendado na rua Eça de Queirós n º 19 depois de pensar muitos na vida que esta a viver decidi por uma modas na mochila algo de dinheiro e foi para França passeia a fronteira e fio ate Helva na vizinha Espanha e tomei o Autocarro a para Barcelona e aqui descansei teres noites no albergue na av meridiana nº 194 ai conheci um amigo François que me falo de perpigna e tres dias mais tarde tomei o comboio e foi para la quando la cheguei foi viver no hotel social algo meses ate conhecer um amigo que me falou de Jesus que me amava, e eu e depois de todo o que passei na vida, eu me disse vou ver o que e isto o que este que me ama ,entoa foi eu no Domingo a Igreja protestante e onque no entedia na podia sentir a prença esquesita no meu corpo do Espirtio de Deus |
,passados dois anos no 2001 /4/11 me batize nas aguas para fazer publica a minha confição de fe en Cristo ,depois
2002 - 02 - 15 chego a Barcelona onde vivi 4 anos ,Deus me deu o privilegio de ir para um centro de reabilitação Alcance Victoria onde conheci mas a Jesus de una maneira pessoal e conhecer o seu amor e seus mandamentos e sua santidade no seguinte ano 2003 Deus em deu o privilegio de conhecer o centro remar onde vivi muitas experiências com Jesus e conheci um evangelho completo depois de todo este processo no ano 2010 finalmente Deus me trajo a Bruxelas e passado uma semana um jovem colega que conheci um refeitório social no bairro de Saint gilles e me deu um folheto de uma festa numa igreja e eu foi como ele e nesta igreja eu encontrei um homem que se chama koens e conversamos sobre a minha situação e quando todo a cabo me evitou para que no domingo eu fosse a igreja e já no final ele me perguntou onde eu dormia e disse a verdade que esta na estação a dormir e me disse: - Esta noite dormiras na minha casa . E eu fique todo emocionado com o que Deus estava preparando para mi , e quando eu cheguei era uma casa típica Belga com três andares ,com jardim a traz , e no manha seguinte quando estávamos a tomar o pequeno almoço , com a sua esposa Roxana , com um senhor que se chama Jorge e . No final o senhor Koens de disse: - a partir de hoje esta será a tua casa e me deu umas chaves. Foi tão bom e agradeci a Deus por aquilo que estava a fazer na minha vida e durante mais de 6 meses morei a esta casa na rua da Inquizition no 19. Na igreja eu aprendia mais da bíblia e de Jesus. E passou que os senhores tiveram que mudar de casa e eu foi viver para uma Igreja no bairro de saint gille na rua coenrates nº 11 era perto da gare do midi e a outa igreja ficava mesmo no outro lado bastava atravessar e esta la. e ai morei quase três anos foi muito bom Jesus me ama entranhadamente , o Pastor me deu as chaves e andar de cima tinha a cozinha alguns quartos e era tremendo , Obrigado Jesus por tanto amor que eu não era digno mas Ele o fez ,onde estive experimentado e vivendo e una relação de amor com mi Pai Celestial e servido em uma igreja Centro Evangélico "Emmanuel" e lo melhor que me passo na vida que Jesus Cristo me Salvo e me fez seu filho ao receber e, seu amor. 2013 Cheguei Portugal ao porto e fiquei ai três dias numa pensão, e foi para Lisboa e dormi numa na pensão estrela la na baixa dois dias entretanto nu outro dia foi a santa casa e falei com uma Assistente social e me mandarão para o albergues dos poiais no bairro alto e durante o dia. No ano 2014 teive o previlegio ve ir para a suiça para a cidade de Zuriche para uma casa da Remar e la etive um mes logo regresse a portugal , vive no exercito de salvação en Lisboa na natal de 2015 foi para Lion e la vivi coma minha irma Fernada foi uma festa quando la cheguei gardes abraços e beijos e alegria o meu sobrinho , apanhamos o electritico para S Priest a 20 km da cidade de Lion , era um vila muito calma um espírito de natal e fui corta o meu cabelo , chegue a casa foi uma alegria , no outro dia preparamos a noite de natal compramos todos o fazia falta para a festa e aqui vivi ate ao mes Novembro de 2016 e reger sei a Portugal passando por Barcelona e la passeio na natal de 2016 uma comunidade de Reto A ESPERANÇA . No mes de Março cheguei a Lisboa foi logo a santa casa para actualizar as prestações do refeitório dos anjos e atelier , esta va la a Dra.Rita que consegui o me meter no centro de acolhimento do Exercito de Salvação este tempo ja no outro dia ao chegar ao atelir a Monitora Ines ficou tao comtente de tre regressado e me abrasou como nunca nisto um dia fomos la ao espaça da santa casa e o monitor Rui me propôs de participar nas aulas de pintura e longo de que sim e então na seguite sexta feira foi la ao Espaçao da Santa |
AI
terça-feira, 31 de outubro de 2017
o livro
segunda-feira, 17 de abril de 2017
Em 1886, realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago, nos Estados Unidos.[1][2][3]
Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos Estados Unidos. No dia 3 de maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de três manifestantes. No dia seguinte, 4 de maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos polícias que começavam a dispersar os manifestantes matando um agente, na rixa que se seguiu sete outros morreriam. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. No seguimento cinco sindicalistas foram condenados à morte e três condenados a pena perpétua. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haimarcet.[1][4]
Três anos mais tarde, no dia 20 de junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o primeiro dia de maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.[1][2][4]
Em 23 de abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de maio desse ano dia feriado. Em 1920 a União Soviética adota o dia como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outros países.[1]
Apesar de até hoje os estadunidenses se negarem a reconhecer essa data como sendo o Dia do Trabalhador, em 1890 a luta dos trabalhadores estadunidenses conseguiu que o Congresso aprovasse que a jornada de trabalho fosse reduzida de 16 para 8 horas diárias.
Dia do Trabalhador em Portugal[editar | editar código-fonte]
1 de maio na cidade do Porto
Em Portugal, só a partir de maio de 1974 (o ano da revolução do 25 de Abril) é que se voltou a comemorar livremente o Primeiro de Maio e este passou a ser feriado. Durante a ditadura do Estado Novo, a comemoração deste dia era reprimida pela polícia.
O Dia Mundial dos Trabalhadores é comemorado por todo o país, sobretudo com manifestações, comícios e festas de carácter reivindicativo, promovidas pela central sindical CGTP-IN (Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical) nas principais cidades de Lisboa e Porto, assim como pela central sindical UGT (União Geral dos Trabalhadores).
No Algarve, assim como na Madeira e Açores é costume a população fazer piqueniques e são organizadas algumas festas nas regiões.
Dia do Trabalhador no Brasil[editar | editar código-fonte]
Com a chegada de imigrantes europeus no Brasil, as ideias de princípios e leis trabalhistas vieram junto. Em 1917 houve uma Greve geral. Com o fortalecimento da classe operária, o dia foi declarado feriado pelo presidente Artur Bernardes em 1925.[1][3][4]
Até o início da Era Vargas (1930–1945) certos tipos de agremiação dos trabalhadores fabris eram bastante comuns, embora não constituísse um grupo político muito forte, dado a pouca industrialização do país. Esta movimentação operária tinha se caracterizado em um primeiro momento por possuir influências do anarquismo e mais tarde do comunismo, mas com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, ela foi gradativamente dissolvida e os trabalhadores urbanos passaram a ser influenciados pelo que ficou conhecido como trabalhismo.[4]
Até então, o Dia do Trabalhador era considerado por aqueles movimentos anteriores (anarquistas e comunistas) como um momento de protesto e crítica às estruturas socioeconômicas do país. A propaganda trabalhista de Vargas, sutilmente, transforma um dia destinado a celebrar o trabalhador no Dia do Trabalhador. Tal mudança, aparentemente superficial, alterou profundamente as atividades realizadas pelos trabalhadores a cada ano, neste dia. Até então marcado por piquetes e passeatas, o Dia do Trabalhador passou a ser comemorado com festas populares, desfiles e celebrações similares. Na maioria dos países industrializados, o 1º de maio é o Dia do Trabalhador. Comemorada desde o final do século XIX, a data é uma homenagem aos oito líderes trabalhistas norte-americanos que morreram enforcados em Chicago (E.U.A.), em 1886. Eles foram presos e julgados sumariamente por dirigirem manifestações que tiveram início justamente no primeiro dia de maio daquele ano. No Brasil, a data é comemorada desde 1895 e virou feriado nacional em setembro de 1925 por um decreto do presidente Artur Bernardes.[1][3][4]
Aponta-se que o caráter massificador do Dia do Trabalhador, no Brasil, se expressa especialmente pelo costume que os governos têm de anunciar neste dia o aumento anual do salário mínimo. Outro ponto muito importante atribuído ao dia do trabalhador foi a criação da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, em 1 de maio
quinta-feira, 13 de abril de 2017
A Revolução de 25 de Abril, também referida como Revolução dos Cravos,[1] refere-se a um período da história de Portugal resultante de um movimento social, ocorrido a 25 de abril de 1974, que depôs o regime ditatorial do Estado Novo,[2] vigente desde 1933,[3] e iniciou um processo que viria a terminar com a implantação de um regime democrático e com a entrada em vigor da nova Constituição a 25 de abril de 1976, com uma forte orientação socialista na sua origem.[4][5][6]
Esta ação foi liderada por um movimento militar, o Movimento das Forças Armadas (MFA), que era composto na sua maior parte por capitães[7] que tinham participado na Guerra Colonial e que tiveram o apoio de oficiais milicianos.[1][8] Este movimento surgiu por volta de 1973, baseando-se inicialmente em reivindicações corporativistas como a luta pelo prestígio das forças armadas,[9] acabando por atingir o regime político em vigor.[10] Com reduzido poderio militar e com uma adesão em massa da população ao movimento, a resistência do regime foi praticamente inexistente e infrutífera, registando-se apenas 4 civis mortos e 45 feridos em Lisboa pelas balas da DGS.[11]
O movimento confiou a direção do País à Junta de Salvação Nacional, que assumiu os poderes dos órgãos do Estado.[12] A 15 de maio de 1974, o General António de Spínola foi nomeado Presidente da República. O cargo de primeiro-ministro seria atribuído a Adelino da Palma Carlos.[13] Seguiu-se um período de grande agitação social, política e militar conhecido como o PREC (Processo Revolucionário Em Curso), marcado por manifestações, ocupações, governos provisórios, nacionalizações[14] e confrontos militares que, terminaram com o 25 de Novembro de 1975.[15][16][17]
Estabilizada a conjuntura política, prosseguiram os trabalhos da Assembleia Constituinte para a nova constituição democrática, que entrou em vigor no dia 25 de Abril de 1976, o mesmo dia das primeiras eleições legislativas da nova República. Na sequência destes eventos foi instituído em Portugal um feriado nacional no dia 25 de abril, denominado como "Dia da Liberdade".
terça-feira, 11 de abril de 2017
A palavra Páscoa vem do hebraico pesah que traduzida para o grego será (páscoa), que significa passagem.
A Páscoa no Primeiro ou Antigo Testamento tem a finalidade de celebrar a passagem do Senhor Deus, que libertou o povo de Israel da escravidão do Egito. No seu aspecto histórico a Páscoa no AT é a festa que faz a memória da passagem de Deus no Egito para a libertação do povo. (Ex 12)
No aspecto agrícola anteriormente era a celebração do início da primavera, no primeiro mês da colheita da cevada, e que Israel adaptou, para a celebração da Páscoa, onde faziam pães sem fermento, conforme está em DT 16,3.
No aspecto pastoril era o sacrifício de um cordeiro cujo sangue era colocado na entrada das tendas dos pastores nômades para a proteção dos rebanhos. Israel também usou este rito para lembrar o dia em que no Egito, Israel precisou passar o sangue do cordeiro em suas portas para protegê-los da passagem do Senhor, como se encontra em Ex 12.
Quando o povo de Israel entra na terra de Canaã celebra a Páscoa em Guigal, conforme está no livro de Josué cap.5,10-11. A Páscoa que os nossos irmãos judeus realizam ainda hoje tem o sentido de fazer a memória da libertação do Povo do Egito, conforme se encontra em Dt 16,1-4 .
A Páscoa no Segundo ou Novo Testamento é a passagem da morte para a vida – é a Ressurreição de Jesus de Nazaré, que havia sido morto na cruz. É a vitória de Deus sobre tudo o que fere e mata a vida. Jesus faz a sua passagem da morte para a vida plena. A partir da Ressurreição de Jesus temos o convite de Deus para participar da vida eterna. Como a prisão de Jesus e sua posterior morte, ocorreram na época da celebração da Páscoa dos Judeus (cf. Mt 26,17-56; Mc 14,12-50; Lc 22,14-62 e Jo 13), a sua Ressurreição toma agora o significado de libertação da morte para a vida eterna. Está descrita nos evangelhos: Mt 28,1-8; Mc 16,1-8; Lc 24 e Jo 20.
Para nós cristãos, a Páscoa tem este significado, a Ressurreição de Jesus, a ressurreição para a vida plena, para a vida eterna, para uma nova vida de amor com Deus.
Muitas pessoas mesmo que ainda estejam vivas, enquanto não vivem no amor, na paz, na justiça e na alegria que Deus nos oferece, mas que preferem viver dominadas pelo ódio, pela mentira, pela vingança, pela injustiça e pelo desamor, estão mortas para Vida. E quando uma dessas pessoas percebe que Jesus lhes oferece uma nova vida de amor e a Ele aderem, e mudam totalmente de vida, fazem assim digamos uma ressurreição, como em Lc15,32.
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