AI

quarta-feira, 26 de setembro de 2018





Se um dia lágrimas vierem ao seu rosto, não pense no porque! Pense nas folhas do outono, elas não caem porque querem, e sim porque chegou a hora
Que o novo ano não seja como o outono da vida onde as folhas caem deixando apenas lembranças de dias bons e ruins, mas que seja como a primavera da vida que produz frutos e dos frutos sementes onde podem ser plantadas a cada dia e colhidas a cada amanhecer...

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Viver

A minha autobiografia 




sou Rui Marques filho de Maria Isabel Belchior Guerreiro e Joaquim António Marques ,irmão de Fernanda Marques ,Sérgio Marques , Filomena & Nuno Marques,  nasci no ano 1977 no dia 18 de mes de Dezembro na cidade de Portimão, a minha infância a vivi em Garvão uma aldeia de Ourique , no meu primeiro ano de vida uma senhora chamada Maria Alice la de Garvão me levou para sua casa,
por motivos económicos a minha Mãe não conseguia cuidar de mi , e me adoptaram-me e murei com esta família ate que foi para um colégio em Beja  no ano 1986 .
Em Setembro do ano 1986 eu dava entrada na Casa do Estudante na cidade de Beja e la vivi ate as 19 anos .

 Em Setembro do ano 1986 eu dava entrada na Casa do Estudante na cidade de Beja e la vivi ate as 19 anos .
nos primeiros dias queria virem embora porque me faltava os meus e acostou adaptar a minha nova vida entrei para a escola primaria que estava mesmo la ao pé da Casa
ao mesmo tempo ia aprendendo la no colégio a fazer a cama a levantar mesas , as fins de semana faz-íamos o nosso quarto
nas ferias escolares eu ia para os meus pais adoptivos la em Garvão era uma alegria o tempo assava correndo
mas cheguei as primeiro ciclo  na escola preparatória Mário Beirão ,e se  passaram os dos anos de seguida e cheguei a liceu Diogo Gouveia onde fiz o 9º Ano 1994 nessa altura tire aluas de bateria , e Piano  , já tocava viola  ,comecei gostar da musica e a informática onde tinha as melhores notas era nisto e no Dezembro a por esta altura comecei a andar  perdido la no ano 1997 la fiz um curso profissional e Aljustrel que foi muito interessante canteiro artístico o tipo que faz obras de arte em mar me ou granito e foi neste ano que eu fiz uma viagem a paris no comboio talgo atlântico  foi uma verdadeira aventura eu numa pais estranho e uma outra língua mas afinal todo foi bom .
       

No ano 2000 parto então para uma nova aventura mas agora para Perpigna no sul de França e aqui foi onde o eu conheci alem que modo o meu mondo de viver .
Era 31 de Janeiro de 2000 mesmo na noite de ano novo esta vivendo em Faro um quartos arrendado na rua Eça de Queirós n º 19  depois de pensar muitos na vida que esta a viver decidi por uma modas na mochila algo de dinheiro e foi para França
passeia a fronteira e fio ate Helva na vizinha Espanha e tomei o Autocarro a para Barcelona e aqui descansei teres noites no albergue na av meridiana nº 194 ai conheci um amigo François que me falo de perpigna e tres dias mais tarde  tomei o comboio e foi para la
quando la cheguei foi viver no hotel social algo meses ate conhecer um amigo que me falou  de Jesus que me amava, e eu e depois de todo o que passei na vida, eu me disse vou ver o que e isto o que este que me ama ,entoa foi eu no Domingo a Igreja protestante e onque no entedia na podia sentir a prença esquesita no meu corpo do Espirtio de Deus
exposição na Graça

CASA DA MINHA INFÂNCIA GARVAO
 ,passados dois anos no 2001 /4/11 me batize nas aguas para fazer publica a minha confição de fe en Cristo ,depois
2002 - 02 - 15 chego a Barcelona onde vivi 4 anos ,Deus me deu o privilegio de ir para um centro de reabilitação Alcance Victoria onde conheci mas a Jesus de una maneira pessoal e conhecer o seu amor e seus mandamentos e sua santidade no seguinte ano 2003  Deus em deu o privilegio de conhecer o centro remar onde vivi muitas experiências com Jesus e conheci um evangelho completo depois de todo este processo no ano 2010  finalmente Deus me trajo a Bruxelas e passado uma semana um jovem colega que conheci um refeitório social no bairro de Saint gilles e me deu um folheto de uma festa numa igreja e eu foi como ele e nesta igreja eu encontrei um homem que se chama koens e conversamos sobre a minha situação e quando todo a cabo me evitou para que no domingo eu fosse a igreja e já no final ele me perguntou onde eu dormia e disse a verdade que esta na estação a dormir e me disse:
- Esta noite dormiras na minha casa . E eu fique todo emocionado com o que Deus estava preparando para mi , e quando eu cheguei era uma casa típica Belga com três andares ,com jardim a traz ,
e no manha seguinte  quando estávamos a tomar o pequeno almoço , com a sua esposa Roxana , com um senhor que se chama Jorge e .  No final o senhor Koens de disse:
- a partir de hoje esta será a tua casa e me deu umas chaves. Foi tão bom e agradeci a Deus por aquilo que estava a fazer na minha vida e durante mais de 6 meses morei a esta casa na rua da Inquizition no 19. Na igreja eu aprendia mais da bíblia e de Jesus. E passou que os senhores tiveram que mudar de casa  e eu foi viver para uma Igreja no bairro de saint gille na rua coenrates nº 11 era perto da gare do midi e a outa igreja ficava mesmo no outro lado bastava atravessar e esta la.
e ai morei quase três anos foi muito bom Jesus me ama entranhadamente , o Pastor me deu as chaves e andar de cima tinha a cozinha alguns quartos e era tremendo , Obrigado Jesus por tanto amor que eu não era digno mas Ele o fez ,onde estive  experimentado e vivendo e una relação de amor com mi Pai Celestial e servido em uma igreja Centro Evangélico "Emmanuel" e lo melhor que me passo na  vida que Jesus Cristo me Salvo e me fez seu filho ao receber e, seu amor.
2013 Cheguei Portugal ao porto e fiquei ai três dias numa pensão, e foi para Lisboa e dormi numa na pensão estrela la na baixa dois dias entretanto nu outro dia  foi a santa casa e falei com uma Assistente social e me mandarão para o albergues dos poiais no bairro alto e durante o dia.
No ano 2014 teive o previlegio ve ir para a suiça para a cidade de Zuriche para uma casa da Remar e la etive um mes logo regresse a portugal  , vive no exercito de salvação en Lisboa na natal de 2015 foi para Lion e la vivi coma minha irma Fernada
foi uma festa quando la cheguei gardes abraços e beijos e alegria o meu sobrinho , apanhamos o electritico  para S Priest a 20 km da cidade de Lion , era um vila muito calma um espírito de natal e fui corta o meu cabelo , chegue a casa foi uma alegria , no outro dia preparamos a noite de natal compramos todos o fazia falta para a festa e aqui vivi ate ao mes  Novembro de 2016 e reger sei a Portugal passando por Barcelona e la passeio na natal de 2016 uma comunidade de Reto A ESPERANÇA .
No mes de Março cheguei a Lisboa foi logo a santa casa para actualizar as prestações do refeitório dos anjos e atelier , esta va la a Dra.Rita que consegui o me meter no centro de acolhimento do Exercito de Salvação este tempo ja no outro dia ao chegar ao atelir a Monitora Ines ficou tao comtente de tre regressado e me abrasou como nunca nisto um dia fomos la ao espaça da santa casa e o monitor Rui me propôs de  participar nas aulas de pintura e longo de que sim e então na seguite sexta feira foi la ao Espaçao da Santa Casa que fica no campo de Santana la em Lisboa e me inscrevi nas aulas de expressão palstica e começaos a prepara um exposição la na Garça na junta
e todos e mocinados fizemos mintas pintras de artista conhecidos com Mirro , e muitos outros e no mês de maio do dia 25 foi a inauguração de exposição com a presença da Sra. presidente da junta da Graça e foi muito devertido este la uma semana


Faro, primitivamente denominado Ossónoba, terá surgido por volta do século VIII a.C., durante a colonização fenícia do Mediterrâneo Ocidental. Tinha então um carácter de entreposto comercial, integrado num vasto sistema mercantilista baseado na troca de produtos agrícolas, pescado e minérios, situação que se manteve nos períodos grego e cartaginês.


Formação (século VIII a.C. - século III a.C.)

A situação dos terrenos em que assenta a actual cidade de Faro era então diferente. O nível médio das águas do mar encontrava-se dois a três metros acima do actual, originando uma linha de costa muito recortada e inundável. A configuração deste território era resultante de um sistema de colinas ou morros (o da Sé, onde se estabelecera o referido entreposto, o dos Artistas, Santo António do Alto e o conjunto de colinas que vão de São Pedro ao Alto Rodes, designadas por Alto da Caganita, Alto da Atalaia e Alto da Esperança), separados por canais ou ribeiras e sujeitos, com as marés, à subida e descida das águas do mar.
Dos canais, destacamos uma linha de água principal que corria desde a actual Ribeira das Lavadeiras, percorrendo a Estrada de São Luís até ao Lethes, daqui para a Praça Alexandre Herculano onde formava um lago - Alagoa - bifurcando, junto ao palácio Belmarço, para contornar o morro da Sé por ambos os lados.


De entreposto a urbe (século III a.C. - século VIII d.C.)

Durante este período ocorreu a estruturação da Vila-a-Dentro (núcleo primitivo), expansão extramuros em dois núcleos, descentralização dos poderes para as Villae, cristianização da cidade, apogeu e destruição de Ossónoba.
No século III a.C., altura em que Cartagineses e Romanos lutavam pelo domínio do Mediterrâneo, Roma invade a Península Ibérica, governando-a até ao século V d.C. Mais tarde, com as invasões bárbaras, os Visigodos mantiveram o desenvolvimento da cidade até às invasões árabes, que lhe alteraria o nome para Santa Maria de Ossónoba.



Ocorre o alargamento, densificação e consolidação do núcleo primitivo e regressão e densificação dos núcleos extramuros. A invasão árabe da Península Ibérica inicia-se no ano 711 quando Tarik atravessa o Estreito de Gibraltar e vence as tropas de Rodrigo na Batalha de Guadalete, conquistando de seguida a capital dos Godos - Toledo. No ano seguinte, Mussa Ben Nossair comanda a segunda invasão, conquistando Sevilha e Ossónoba. Com ele vem um poderoso destacamento de árabes iemenitas, comandados por Al-Yamani, a quem é entregue o governo da Província de Ossónoba. A cidade sofre grandes destruições, em virtude também dos efeitos de vários sismos que ocorreram naquela altura.
A cidade que os Árabes vão reconstruir tem por base a Vila-a-Dentro, que manterá a sua estrutura fundamental, se bem que densificada, adquirindo um traçado mais sinuoso - dois eixos, uma circular interior e uma área central a que correspondia apenas parte do actual Largo da Sé, mais concretamente, a zona situada entre o edifício da Câmara Municipal de Faro e a Sé Catedral, já que a restante área era ocupada por construções. No local do antigo Templum é construída a Mesquita principal, a uma cota de nível mais elevada (cerca de três metros acima). Contudo, há investigadores que são da opinião que Óssonoba e Faro não têm relação nenhuma, sendo duas povoações distintas. Extramuros opera-se uma regressão urbana dos seus arrabaldes, que se densificam, mantendo-se os dois núcleos já existentes anteriormente.
A cidade contém, neste período, uma forte comunidade de cristãos e moçárabes, descendentes dos Romanos e Visigodos, havendo notícia da sua participação em concílios de Bispos. É provável a manutenção de locais de culto dedicados a Santa Maria.
No ano 870 eclodiram as revoltas moçárabes no Ocidente do Andaluz. O partido Muladi, composto por antigos cristãos islamizados, os Moçárabes (do árabe Nuss-Arabi - meio árabe), com o apoio da comunidade cristã, toma o poder, tornando-se independente do Emirato de Córdoba, por mais de 50 anos.
Ao revoltoso Yahia Ben Bakr sucede seu filho Bakr Ben Yahia, que executa importantes melhoramentos na cidade. Constroem-se as actuais muralhas, guarnecidas por portas em chapa de ferro, aumentando-se o perímetro da Vila-a-Dentro. Terá sido nesta altura colocada entre as ameias a imagem de Santa Maria, como nos canta Afonso X de Castela, o Rei Sábio. É de crer que neste período a cidade tenha adoptado o nome de Santa Maria do Ocidente ou simplesmente Santa Maria (Xanta Maria). A revolta Muladi seria esmagada pelo Califa Abd-Al-Rahman III. Os anos seguintes são marcados pelo poder do Hajibe Almançor, primeiro Ministro do Califa Hixame II, que obtém importantes vitórias sobre os cristãos.
A dinastia Omíada de Córdoba cai no ano de 1016, fraccionando-se o Al-Andaluz em vários principados independentes - os Reinos das Taifas. A Taifa de Santa Maria é governada por Abu Othman Said Ibn Harun. A cidade passa a designar-se por Santa Maria Ibn Harun.
Em 1092 o governador da Taifa de Sevilha, Al-Mu'tamid, natural de Beja e ex-governador de Silves, pede ajuda aos Berbereses de Marrocos aquando da luta contra as tropas cristãs de Afonso VI de Castela. Yusuf Ibn Tasfin comanda então a invasão Almorávida, derrota as hostes cristãs e conquista todos os Reinos das Taifas, unificando-os de novo e sujeitando-os a Marrocos.
Quando D. Afonso Henriques vence os Almorávidas na batalha de Ourique, sucedem-se os segundos Reinos das Taifas, com o governo da família Banu Mozaíne, em Santa Maria Ibn Harun. É durante este período que Al-Idrissi, geógrafo árabe ao serviço do Rei de Palermo, em visita de espionagem ao Gharb, descreve a cidade: Santa Maria do Ocidente está edificada na orla do mar e o mar vem bater nos seus muros. É de tamanho mediano e muito bonita. Tem uma Mesquita principal e Assembleia de Notáveis. Pelo seu porto entram e saem navios.
Em 1156 os Almóadas unificam de novo a Península, fazendo a fronteira regressar ao Vale do Tejo. Seguem-se os terceiros Reinos das Taifas, prenúncio da reconquista cristã. Poucos vestígios ficaram daquela época, apesar dos Mouros terem permanecido séculos em Faro. De registar no entanto neste campo, a introdução de centenas de vocábulos, especialmente referentes à toponímia e ao comércio, o que prova uma certa renovação em determinados sectores. Mas, sobretudo, o período árabe deixou-nos vasta obra literária, principalmente poesia. Citaremos alguns grandes poetas de Faro desse tempo: Abu Al-Hassan Ibn Harun (século XI), Ibn Al-Alam Al-Xantamari e Ibn Salih Al-Xantamari (século XII) e Ibn Al-Murahal (século XIII).


Historia de Silves

Os testemunhos da presença humana recolhidos na região de Silves e ao longo do curso do Rio Arade, revelam a sua existência desde os tempos Pré-Históricos. Os monumentos megalíticos como os menires do Monte Roma, em Silves, e os menires da Vilarinha, manifestam actividade daquelas comunidades agrícolas do período Neolítico da Região. A exploração de minerais nas margens do rio Arade, parece ser uma realidade com as sociedades da Idade do Bronze que construíram a Necrópole da Alfarrobeira.
Numa colina voltada a Norte do Cerro da Rocha Branca, localizada a dois Quilómetros a poente da actual cidade de Silves, existiram as ruínas de uma importante feitoria do primeiro milénio antes de Cristo. Aquele povoado terá sido muito provavelmente a chamada Cilpes, que manteve relações comerciais com povos de remotas regiões do Mediterrâneo oriental, como os fenícios, gregos, cartagineses.
Os vestígios da conquista romana fazem-se sentir no actual núcleo urbano da cidade de Silves. Provavelmente terão sido edificadas naquele remoto período, as primeiras muralhas de defesa de um núcleo urbano. A ocupação muçulmana do actual território algarvio e a prolongada permanência dos povos árabes e sua preponderância cultural mantiveram-se desde os séculos VIII a XIII, e marcaram profundamente a história e o urbanismo da cidade.
A região foi primitivamente povoada por árabes do Mediterrâneo Oriental, amantes das artes e das ciências, permitindo o desenvolvimento deste importante pólo cultural e político do al-Gharb al-Andaluz, nos séculos IX a XII. Ficou na memória dos seus habitantes, a Medina Xelb conhecida, como a cidade de filósofos e poetas, Ibn Caci, Ibn Ammar ou o rei Al-Mutamide.
A primeira conquista cristã acontece em 1189. As tropas portuguesas governadas por D. Sancho I foram assistidas por um contingente de Cruzados em trânsito para a Terra Santa, que aportara acidentalmente em Lisboa. A efémera sujeição durou apenas dois anos, Al-Mansur dota a cidade com fortes muros e infra-estruturas de aprovisionamento de água. A derradeira conquista cristã acontece em meados do séc. XIII. D. Afonso III, apressa-se a nomear um bispo para esta sede episcopal, e logo a cidade se tornou capital de todo o Algarve. No séc. XV o infante D. Henrique concentra-se nesta urbe, e impulsiona activamente a participação das suas gentes nas viagens marítimas dos descobrimentos portugueses.
Com o século XVI surgem os primeiros sinais de declínio. O assoreamento do rio, principal via de comunicação com o exterior, a formação de áreas lodosas tornara a cidade insalubre. O prelado transladou-se para Faro em 1577, sob forte contestação popular, e esta transferência, foi seguida pelos influentes homens de negócios que animavam a vida económica da cidade. O Terramoto de 1755 foi o coroar das enfermidades que a urbe padecia, deixando pouco mais de uma dezena de casas habitáveis.
A centúria seguinte foi marcada pelas invasões francesas, a fuga da corte portuguesa para ao Brasil e as convulsões sociais que lavraram um pouco por todo o país. Em Silves, as guerras entre liberais e absolutistas, tiveram na região importante figura local, o guerrilheiro absolutista Remexido. A segunda metade deste século importou para esta cidade interior do Algarve a indústria corticeira, assim como, todo o comércio e pequenas unidades fabris dependentes daquela manufactura. A região é igualmente premiada com o investimento estatal da expansão do caminho-de-ferro, que chega aos arredores da cidade nos inícios do século XX.
Importante centro operário e industrial, prosperando em população e novas edificações, desenvolve-se política e culturalmente para as causas republicanas e sindicalistas que ainda hoje se reconhecem na toponímia das suas ruas. O Estado Novo põe termo ao ciclo industrial da cortiça. A decadência da agricultura assente na produção de frutos secos é substituída por uma prática agrícola apoiada no regadio e na produção de citrinos. Esta última consentida com a construção da Barragem do Arade e de importantes infra-estruturas de irrigação que elevam este concelho ao mais importante centro produtor nacional de laranja.
A indústria turística e as potencialidades que a bacia do Rio Arade proporciona, conjuntamente com o riquíssimo património histórico que o concelho de Silves conserva serão por certo mais uma vertente económica a ser desenvolvida e explorada.

Informção sobre Garvão




 Historia de Garvão

Garvão é uma antiga freguesia portuguesa do concelho de Ourique, com 42,51 km² de área e 731 habitantes (2011). A sua densidade populacional era 17,2 hab/km². Foi vila e sede de concelho entre 1267 e o início do século XIX. Era constituído pelas freguesias de Garvão e Santa Luzia. Tinha, em 1801, 878 habitantes.
Foi extinta em 2013, no âmbito de uma reforma administrativa nacional para formar uma nova freguesia denominada União das Freguesias de Garvão e Santa Luzia.[1].
A sua origem é atribuída à Idade do Ferro.
Um dos seus naturais mais conhecidos é José Júlio da Costa, que ficou conhecido por alvejar mortalmente o então Presidente da República, Sidónio Pais


  • Foral e Foros de Garvão
 
  • «No que respeita ao Foral de Garvão, este foi textualmente adoptado do foral de Alcácer de 1218, escrito em latim, tendo sofrido adaptações mínimas, residindo a principal diferença no facto de no de Garvão se intercalarem rubricas em português (subtítulos), anunciando o assunto de que se vai falar. A este propósito, afirma Gama Barros: «Demais, quando um concelho tomava de outro o seu foral, acontecia não raro que a copia se tirava tão litteralmente que no documento trasladado substituiam apenas o nome do concelho, conservando disposições puramente locaes, ou já em desuso, e algumas até que não era possivel terem applicação ao municipio a que o foral era concedido» (1945:94). Acrescenta ainda que, por vezes, as prescrições contidas no foral não chega­vam nunca a ser executadas, por serem incompatíveis com o direito consuetudinário [Gama Barros (1945:95)]. O foral de Garvão é um dos exemplos de forais dados por uma  ordem militar - a de Santiago - sem ter obtido confirmação régia, o que Gama Barros considera normal, na medida em que «entre os foraes dados por bispos, ordens monasticas, militares e não militares, ou, emfim, por qualquer individuo ou corporação, o numero dos que não consta que tivessem confirmação regia é supe­rior ao numero dos que sabemos terem sido confirmados, ou em cuja concessão parece ter intervindo o consentimento do rei» (1945:96). Temos, pois,  no que respeita ao foral de Garvão, que ele descende da família dos de Ávila (que não chegou até nós), ou melhor, do de Évora de 1166. Este é um dado confirmado por inúmeros autores em várias obras, para além dos já referidos como, por exemplo: Manuel de Carvalho Moniz (1967:13); Marcello Caetano (1969:9); José Mattoso nas suas notas críticas da edição da História de Portugal de A.Herculano (1981:189); Maria Cristina Cunha (1988:77); António Matos Reis (1991:198), etc. 
  • Aliás, quando era concedido o foral, davam-se conjuntamente o foro e os costumes, «circunstância que subsequentemente se reproduzia quando o modelo que se adoptara para constituir outro concelho era a organização de um desses grémios, digamos assim, filiais. (...) Transmitiam-se assim os costumes de um concelho para outro, não como subsídio ao direito consuetudinário, como uma jurisprudência adoptada espontaneamente para melhor aplicação daquele direito, mas sim como instituição própria, promulgada de antemão nas expressões genéricas dos preâmbulos dos forais em que a uma terra se concediam os "foros e os costumes" de outra.» [Alexandre Herculano (1981:405-406)]. Isto mesmo se pode confir­mar com o próprio texto dos Foros de Garvão: «Estes son os custumes e os usus d'alcaçar que deuɵ̃ usar os de garuã.» (f.5r). «Aquesta e a cousa que ueerõ pregõtar [...] d'alcaçar. Aos Juyzes e ao cõcello de mõtemayor o nouo unde auíam foro é Carta. Véérõnos pergõtar por custumes como usauamos cõ el rei é este nosso usu.» (f.7r). «Estes son foros e Custumes e vsos e Joyzos d'evora que nos deron en alcaçar pera os de Garuan.» (f.14r). Também Gama Barros salienta: «Nos costumes de Gravão, es­criptos talvez só no seculo XIV, incluem-se os de Alcacer e de Montemór o Novo, que se dizem trasladados, aquelles pelo menos, em 1267, e os d'Evora; havendo ahi tambem memoria de direito consuetudinário de Lisboa, de um assento do tribunal da côrte de 1269 e de uma lei geral de 1272. Herculano não julga provavel que uma parte dos costumes de Gravão remonte a Affonso III, mas entende ao mesmo tempo que o direito mais antigo d'essa compilação vae certamente até o seculo XIII.» (1945:66). Não podemos deixar de comentar brevemente alguns aspectos aqui refe­ridos por este autor. Em primeiro lugar, esta breve descrição dos Foros de Garvão é baseada na que se encontra nos IHP (1824:398) e em dados apresentados por Herculano, dos quais não discordo total­mente, visto que há realmente uma parte dos Foros de Garvão que não remontará ao tempo de Afonso III, aquela que é escrita pelos 3º e 4º escribas (f.21v-22v), ou seja, o acrescento final, e só essa pode ser datável do séc.XIV. Mas, os Foros propriamente ditos, isto é, todos os elementos que compõem a compilação de que fala G.Barros, foram provavelmente escritos entre 1272 (data da carta régia inclusa) e 1280 [esta datação só foi possível através de uma análise paleográfica feita com a colaboração de Borges Nunes], daí que seja possível  e provável que os Foros de Garvão remontem ainda ao reinado de D.Afonso III».  in Garvão, Maria Helena, O Foral e os Foros de Garvão - Edição e Estudo, Dissertação de Mestrado em Linguística Portuguesa Histórica pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 1993.

Historia do Algrave

Desde o Século V até ao início da invasão árabe em 711, o Algarve era povoado pelos Visigodos. Quando os Árabes conquistaram Lagos em 716, chamava-se Zawaia. Faro, a que os cristãos tinham dado o nome Santa Maria, foi rebaptizado Faraon, que significa “Povoação de Cavaleiros”.

Devido à ocupação árabe da maior parte da Ibéria, a região foi chamada "Al-Gharb" que significa “o país do Oeste”. A ocupação árabe terminou no Século XII e desde então tem sido o Algarve. Foi só no Século XIII que os Portugueses conseguiram reconquistar completamente a região aos Árabes.


A Era dos Descobrimentos Portugueses

Mais tarde, no início do Século XV, o início da expansão marítima portuguesa dá novo vigor às terras e gentes algarvias. Lagos e Sagres ficam para sempre ligadas ao Infante D.Henrique e aos Descobrimentos. Ainda hoje, na Ponta de Sagres, um gigantesco dedo de pedra aponta para o oceano Atlântico numa clara alusão à coragem dos navegadores algarvios, como Gil Eanes, que se faziam ao mar à procura de novos mundos para dar ao mundo.



Idade Moderna

Do Século XVIII - aos dias de hoje

O Algarve era uma região semi-autónoma com governador entre 1595 e 1808, com um sistema de taxação separado até ao final do Século XVIII. Durante esta época, para reflectir o estatuto único do Algarve, os monarcas portugueses eram conhecidos como “o Rei de Portugal e do Algarve”. Em 1807, quando Junot liderava a primeira invasão napoleónica no norte de Portugal, o Algarve estava sob a ocupação das tropas espanholas de Manuel Godoy. O Algarve tornou-se a primeira região de Portugal a libertar-se da ocupação espanhola, na rebelião olhanense em 1808.

Em 1755 um terrível terramoto destruiu uma grande parte do Algarve, deixando apenas ruínas da maioria dos edifícios históricos. Na reconstrução das cidades principais, o centro administrativo mudou-se de Lagos para Faro.

A economia algarvia teve sempre uma forte ligação ao mar e a pesca foi desde sempre uma actividade importante. Foi só desde 1960, com o desenvolvimento do turismo, que este tornou-se a sua actividade económica mais importante.



sexta-feira, 8 de junho de 2018

Actualidade do Mundo hoje

Aunque fue sumamente impresionante todo lo que pasó en el ámbito político y religioso en el mes de septiembre, y que gracias a Dios no se cumplieron todas las fatídicas especulaciones de las redes sociales y YouTube, eso no quiere decir, que lo que está anunciado por el Señor en las sagradas escrituras no se van a cumplir. Todo lo contrario, todo lo sucedido en este mes de septiembre y este mismo año, nos acerca mucho más a la eminente venida del Señor.
Lo que pasó este mes de septiembre en relación a lo político y religioso fue solo una mampara, pues estos gobernantes, incluyendo los iluminatis, son incapaces de traer soluciones.
El mismo 30 de septiembre, Rusia ya incursionó por su propia cuenta con ataques aéreos en Siria; Lo que sin lugar a dudas molestará a la Unión Europea y Estados Unidos.
Con esto queda claro que ellos mismos no pueden controlarse, y le da la razón a los israelíes, que no confían ni en Rusia ni en los árabes.
No cabe dudas, de que el resto de este año, traerá terribles cosas, tanto en lo político, como en lo geológico. De hecho ya se asoma el terrible fenómeno del Niño, que los científicos, desde ya están diciendo que este año será de proporciones apocalípticas, y nuestra América Latina será fuertemente golpeada.
Y en todo esto, podríamos tener presente el eminente peligro de que se desate la guerra de Gog y Magog, pues ya están los ejércitos mencionados en Ezequiel 38, están acercándose al lugar profético, que es la frontera norte de Israel.

Actualidade do mundo politico e militar & religioso



1

En otras palabras, si logramos pasar este año sin que el Señor haya venido, indica que tendremos un año 2016 de grandes acontecimientos escatológicas; y es muy probable que también una vez más seamos invadidos por enormes especulaciones.
Pero quiero volver a insistir, como lo hice mi programa El Mundo Actual, no debemos dejarnos asustar por las fuertes especulaciones que vendrán en el futuro cercano.
Eso no quiere decir que como cristianos debemos bajar la guardia en cuanto a la venida del Señor, todo lo contrario, debemos esperar con ansias la inminente venida del Señor. No con miedo de nada, porque si él viene nos vamos con él, o si llegara a venir una catástrofe antes de su venida, él siempre tendrá cuidado de su remanente fiel.
Les recomiendo a que todos esperemos este futuro cercano en paz con el Señor en las manos del Señor Jesús.
Les dejo el siguiente pasaje precioso del evangelio de San Juan, citando esta bendita promesa del Señor Jesús:
La paz os dejo, mi paz os doy; yo no os la doy como el mundo la da. No se turbe vuestro corazón ni tenga miedo. Habéis oído que yo os he dicho: “Voy, y vuelvo a vosotros”. Juan 14:27–28
Que el Altísimo Dios Todo Poderoso les bendiga grandemente.
Shalom.
Dr. Antonio Bolainez

sexta-feira, 1 de junho de 2018













Produzir frutos do Reino
8. (a) Qual é a relação entre os frutos do espírito e os frutos do Reino? (b) Que pergunta merece nossa consideração?
8 Frutos coloridos e suculentos embelezam uma planta. No entanto, o valor de tais frutos vai muito além do adorno. Os frutos também são vitais para a reprodução da planta por meio das suas sementes. Do mesmo modo, os frutos do espírito fazem muito mais do que apenas adornar a nossa personalidade cristã. Qualidades tais como o amor e a fé também nos motivam a divulgar a mensagem do Reino qual semente, encontrada na Palavra de Deus. Note como o apóstolo Paulo enfatiza essa relação vital. Ele diz: “Nós também exercemos fé [que faz parte dos frutos do espírito] e por isso falamos.” (2 Coríntios 4:13) Paulo explica adicionalmente que é por fazermos isso que ‘oferecemos a Deus um sacrifício de louvor, isto é, o fruto de lábios’ — o segundo tipo de fruto que temos de manifestar. (Hebreus 13:15) Será que há margem para sermos mais frutíferos, para realmente produzirmos “muito fruto”, como proclamadores do Reino de Deus?


Os frutos da árvore são o produto do crescimento e amadurecimento da planta. Os frutos mostram se a árvore é boa ou ruim. Da mesma forma, nossas vidas são refletidas nos frutos que colhemos.
Uma vida de comunhão e crescimento com Deus colhe amor, alegria, paz e muitas outras bênçãos espirituais. Por outro lado, uma vida de pecado colhe frutos ruins, que trazem castigo. Quem não se dedica a crescer no seu relacionamento com Deus também não colherá muitos frutos.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

A HISTORIA DO RUI EM SÃO .JULIÃO

atualizar as prestações do refeitório e atelier, esta vá la a Dra. Rita que consegui o me meter no centro de acolhimento do Exercito de Salvação este tempo já no outro dia ao chegar ao atelier a Monitora Inês ficou tao contente de ter regressado e me abrasou como nunca nisto um dia fomos la ao espaça da santa casa e o monitor Rui me propôs de participar nas aulas de pintura e longo de que sim e então na seguinte sexta feira foi la ao Espaço da Santa Casa que fica no campo de Santana la em Lisboa e me inscrevi nas aulas de expressão plástica e começamos a prepara uma exposição la na Garça na junta e todos emocionados fizemos muitas pinturas de artista conhecidos com Miro, e muitos outros e no mês de maio do dia 25 foi a inauguração de exposição com a presença da Sra. Presidente da junta da Graça e foi muito divertido este la uma semana A aventura na Clónia de São. Julião Mas num desses dias a Dr. Rita e os monitor nos convocaram para uma reunião onde nos falaram de uma Clónia de férias, e eu disse logo que sim sabendo que ai a monitora Inês fique todo contente bom chegou o tal sábado e la fomos nos nas carrinhas da santa casa e com sempre estivemos mais tempo a esperam de que era previsto mas chegamos la a são. Julião era um espaça muito agradável muito jardins e lugares para esticar a perna nesse dia estivemos a vontade e comemos como Reis e eu desfrutava da bela companhia da Inês e dos monitores mas quero realçar a Inês porque e alguém muito especial para mi ela tem algo que me chama a atenção. Nos outos dias foram cada um divertidos na gostei muito dos objetos com cordas porque não podia equilibrar mas o resto foi bom a praia as atividades os amigos e as amigas. Ouve la umas pessoas que não se portaram la muito bem mas o resto foi bom eu passava os dias na guitarra e olhar para a amiga bom na quero disser nomes mas porque foi ela que começou a cena …. E para terminar eu quero com este livro fazer chegar aos outros algumas etapas da minha vida que acho importante divulgar COLONIA DE SÃO.JULIÃO

quarta-feira, 22 de novembro de 2017












Tudo tem o seu tempo determinado e há tempo para todo propósito debaixo do céu: há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de chorar e tempo de rir; tempo de abraçar e tempo de afastar-se; tempo de amar e tempo de aborrecer; tempo de guerra e tempo de paz. - Ecle

 Lembro do tempo passado em que fui feliz e sinto saudade, mas tenho confiança que o que ainda vou viver será razão para maiores saudades.

Páscoa

Páscoa  A Páscoa Bíblica e a Páscoa de Jesus: o mesmo amor contado de duas formas⁶ A Páscoa é uma das celebrações mais antigas da fé, e ao l...